Outro dia no Twitter soltei a seguinte frase:

“a pessoa que chega e fala que é WEBDESIGNER não merece meu respeito… WEBMASTER então eu mato e jogo bola com a cabeça! #prontofalei”

Algumas pessoas retrucaram, arguindo o que seria então o designer gráfico que trabalha com web… respondi para alguns apenas para lerem, se informarem e disse que se eles realmente conhecessem as etapas de um projeto iam ver que realmente o webdesigner não existe mais!

Hoje navegando pela web, me deparei com uma matéria da Info denominada “A mutação do webmaster“. Aconselho a leitura imediata, principalmente para as pessoas e empresas que pensam 1.0 e gostam de oferecer serviços/colocar em seu portfólio que é 2.0.

Essa questão de nomenclatura também me incomoda e muito! Eu também acho que essa web 2.0 não existe e se existe já passou, o que acontece é a era da colaboração. Termos e nomes são criados para vender e isso fato!
Uso aqui apenas para figurar o quão retrógrado ainda é alguns profissionais de web.

Na reportagem da Info mostra exatamente o que eu já falo há uns 2 anos: ESPECIALIZAÇÃO.

Não gosto de profissionais que falam que faz tudo, tenho um certo receio, pois na minha opinião quem procura saber tudo acaba não fazendo nada muito foda! O projeto sai até legal, mas não surpreende…

Agora se você é um puta front-end quando pegar o puta layout que saiu da criação vai codificar aquilo e deixar todo o código pronto para o cara que é um puta programador back-end… cara… vai sair um puta projeto! Simplesmente porque todas as pessoas que trabalharam nele eram muito boas naquilo que sabem fazer!

“Em grandes empresas e portais, inclusive aqui na agência, as funções que antes eram atribuídas ao webmaster foram divididas entre três ou quatro tipos de profissionais, distribuídos nas áreas de criação, arquitetura da informação, design e tecnologia.”
Cláudio Henrique Bruna, gerente de desenvolvimento de web da Rede Record (para Info)

Diferente do que acontece na maioria das agências do interior ou “agências pangaré” que vendem 2.0 e querem explorar o profissional ao máximo pagando 800 dinheiros para ele criar layout, codificar, programar, cuidar de redes sociais, etc…

Aproveitando que estamos com um pé em 2010, desejo que os profissionais de web se especializem, achem em qual área está seu talento e não se submeta.
As “agências pangaré” só existem pois ainda existem “profissionais pangaré” que se sujeitam.

Como diz o Ricardo Jordão Magalhães da BizRevolution:
QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

:)